SOBRE / ABOUT

AÍLA é uma das principais vozes da música pop contemporânea da Amazônia. Nascida na Terra Firme, periferia de Belém, a artista traz diversidade e inovação na sua trajetória, é cantora, compositora, diretora artística e musical, além de idealizadora / curadora de Festivais pioneiros na Região Norte do país, como o Festival MANA, que debate o protagonismo das mulheres no mercado da música.

 

Com letras de amor ou falas diretas, envoltas pela música popular feita nas “bordas” do país - da lambada ao brega - AÍLA instiga e faz vibrar. Entre referências que mesclam o Pará e o mundo, a artista também ecoa reflexões necessárias para o agora, como questões de gênero e feminismo. É uma voz LGBTQIA+ importante no cenário artístico nacional.

 

Com dois discos lançados, e mais de 1 milhão de plays nas plataformas de streaming, suas turnês já circularam palcos emblemáticos no Brasil, como Coala Festival (SP), Circo Voador (RJ) e Se Rasgum (PA). Com seu segundo álbum, via Natura Musical, recebeu indicações a prêmios importantes, como melhor videoclipe da música “Lesbigay” no WME Awards.

 

Agora AÍLA inaugura uma nova fase na sua carreira, uma imersão ainda maior nos ritmos populares brasileiros, sons que ditam a música pop, e que também nascem nas periferias do país e do mundo. A nova série de singles tem seu marco inicial com “Treme Terra” (2019), que abre os caminhos para o hit brega-funk “Amor e Sacanagem” (2020) e “Água Doce” (2021), seu mais novo single, um zouk que traz a mistura do Pará com a América Central. Os últimos lançamentos apontam o caminho do novo disco, e a vontade da artista de dialogar com outros Brasis, um mergulho na estética pop e periférica.

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AÍLA is one of the leading voices of contemporary pop music in the Amazon. Born in Terra Firme, on the outskirts of Belém, the artist brings diversity and innovation in her trajectory, she is a singer, composer, artistic and musical director, as well as creator / curator of pioneering festivals in the North Region of Brazil, such as the MANA Festival, which discusses the role of women in the music market.

 

With love lyrics or political poetry, surrounded by popular music made on the "edges" of Brazil - from lambada to brega - AÍLA instigates and makes you vibrate. Among references that mix the Amazon and the world, the artist also echoes reflections necessary for the now, such as gender and feminism issues. She is an important LGBTQIA+ voice in the Brazilian national art scene.

 

With two albums released, and over 1 million plays on streaming platforms, her tours have circled iconic stages such as Coala Festival (SP), Circo Voador (RJ) and Se Rasgum (PA). With her second album, she received nominations for important awards, such as best music video for the song "Lesbigay" at the WME Awards.

 

Now AÍLA inaugurates a new phase in her career, an even greater immersion in the popular rhythms of Brazil, sounds that dictate pop music, and that are also born on the outskirts of the country and the world.The new series of singles has its initial milestone with "Treme Terra" (2019), which opens the way for the brega-funk hit "Amor e Sacanagem" (2020) and "Água Doce" (2021), his newest single, a zouk that brings the mixture of Amazon and Central America. The latest releases point the way to the new album, and the artist's desire to dialogue with new sounds, a dive in the pop and peripheral aesthetics.