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SINGLES

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              ME LIGA (2023)
                Aíla & Jáder

 
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              ME BEIJA (2023)
         
      Aíla & Jáder

 
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              TÔ DE ONDA (2021)
                feat. Rincon Sapiência

 
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              VOCÊ NÃO VALORIZOU (2021)
 
Single Água Doce_AÍLA_credito Estúdio Tereza e Aryanne.jpg
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ÁGUA DOCE (2021)
 
AMOR e SACANAGEM (2020)
feat. Luísa Nascim
AÍLA_Capa_Single_Treme_Terra_Will_Love
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TREME TERRA (2019)
TREME TERRA - REMIX (2019)

DISCOS

Capa Sentimental - Aíla feat. Dj Méury.JPG
SENTIMENTAL deluxe (2024) 
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Ainda mais pop, ainda mais brega: Aíla se une a DJ Méury em releitura tecnomelody de "Sentimental".  Remixes da DJ das Aparelhagens, como Méury é conhecida, trazem abordagem ainda mais popular para a avalanche de sonoridades registradas no álbum original, e dá origem à versão “Deluxe” do disco. ​Na amálgama sonora montada por Aíla já cabia brega, calypso, brega funk, pisadinha, pagodão. Agora, o “Rock Doido” de Méury é que dá liga às canções, fazendo delas uma potência popular pronta para as aparelhagens. O romance, o deboche, a volta por cima - tudo segue ali. Agora, no entanto, é um tempero quente, frito como as aparelhagens e melodioso como o brega. O isco consolida o encontro entre as artistas, que já representaram a música paraense no Rock in Rio e até no Central Park, em Nova Iorque.

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SENTIMENTAL (2021) 
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A música pop da Amazônia pulsa bem dentro da alma em “Sentimental”, terceiro disco de estúdio da cantora e compositora paraense Aíla. Nascida no bairro da Terra Firme, em Belém, a artista traz a música periférica do Norte num álbum que é uma avalanche rítmica - com brega, calypso, brega funk, pisadinha, pagodão - fincada na cultura brasileira. As letras são gostosas e diretas, com refrões chicletes e forte apelo popular. Com direção artística e musical da própria Aíla e um time de produtores de destaque, como Baka, Iuri Rio Branco, Gabriel Souto, “Sentimental” tem participações de Rincon Sapiência (SP), Luísa Nascim (RN) e Keila (PA).

EM CADA VERSO UM CONTRA-ATAQUE (2016) 
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Segundo disco da carreira de Aíla, “Em Cada Verso Um Contra-Ataque”, lançado em 2016 pelo edital Natura Musical, tem pegada artivista, canções próprias e de parceiros, além de uma inédita de Chico Cesar e outra em parceria com Dona Onete. Neste trabalho, ela investe em uma sonoridade pop, que flerta com as distorções do rock e ao mesmo tempo com os beats eletrônicos, reflexo também da conexão Belém – São Paulo. O disco discute temas urgentes, como feminismo e questões de gênero, e entrou nas principais listas de melhores do ano.

TRELÊLÊ (2012) 
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Em seu disco de estreia, Aíla lança mão de múltiplas referências para fazer música com um pé na cultura tradicional paraense e outro no mundo, das sonoridades amazônicas até a multiplicidade da música pop. Um álbum que causa movimentos involuntários dos pés à cabeça, um verdadeiro tremelique, como o próprio título sugere. Uma mistura que dispensa rotulações, mas que se apresenta da melhor forma: despretensiosa, com gosto de novidade, para ouvir e dançar.

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